:.:. ofensas gratuitas .:.:
Filho(s) da puta on-line!! television-finger-120.jpg
sexta-feira, Junho 04, 2004
 
Parabéns:

Eu sei que devia odiar todos os cromos que transformam os seus blogs em outras coisas, tipo livros ou programas de televisão... De qualquer forma este gajo merece. Parabéns... E façam lá o favor de comprar isto porque foi do bolso dele que saiu o investimento...


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sexta-feira, Maio 14, 2004
 
1º Grande Desafio «Ofensas Gratuitas»:

Este é o primeiro grande desafio que o «Ofensas Gratuitas» tem o orgulho de propor ao nosso forum:

Encontrar uma figura pública de direita, assumidamente gay.


Esperamos as vossas propostas.

Este 1º Grande Desafio «Ofensas Gratuitas», tem o alto patrocíno de Clone do Sr. Professor.
Nota: Não vale Republicanos.

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quarta-feira, Maio 05, 2004
 
Vou mudar de banco:

···O Pedro amava a Joana. Amava a Joana como Romeu amava a sua Julieta. Era capaz por ela de mover uma nova batalha de Tróia!... Amava a Joana, mas a Joana não sabia de esse amor. Um dia, Pedro, encheu-se de coragem e convidou Joana para jantar com ele. Mandou-lhe um bilhete anónimo durante a aula de Química. Dizia para o esperar em frente ao restaurante «Mestre André» em Alfama. Ela morava perto, portanto era bem pensado. Pedro, no entanto, morava a mais de 40 Km desse local, e teria de ir de carro, que pediu previamente emprestado aos pais.
···Chegada a hora, Pedro estava nervoso. Arrancou em viagem exactamente à hora certa para chegar a tempo, tudo corria como planeado. Pedro tinha de pôr gasolina, e precisava também de levantar dinheiro para pagar pelo romântico jantar, o restaurante de rústico que era, não tinha Multibanco.
···Ao tentar levantar dinheiro, deparou-se com uma mensagem, que já bem conhecia: « Por razões técnicas, não podemos satisfazer o seu pedido. » Tentou pagar o combustivel com cartão, mas a máquina anunciava um fatídico: «Cancelado / Não Autorizado». Tentou todas as caixas automáticas que podia até ficar na reserva e ter de voltar a casa.
···O Pedro era cliente da Caixa Geral de Depósitos e a Joana desistiu de esperar.

Optei por contar esta estória romântica porque, pelos vistos, é isso que rende nos blogues. Mas também pensei contar como o Sr. Antunes não conseguiu ouvir as últimas palavras do seu pai doente, ou como o João não viu o nascimento da sua filha Mariana... Resumindo: Odeio a Caixa Geral de Depósitos e o desrespeito TOTAL que têm pelos seus clientes. Filhos de uma grande puta que provavelmente também tem um quasi-monopólio da esquina onde ataca, e portanto dá-se ao luxo de fazer broches sem condições e cobrar por isso!!

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terça-feira, Abril 20, 2004
 
(R)Escrever a vermelho:

Transformar as comemorações dos 30 anos da (R)Evolução de 25 de Abril, num evento "fashion" com direito a cravos "a la Whorhol", foi um brilhante ideia. Foi tão brilhante que até ofusca o nosso olhar ao olharmos de frente para a situação. A campanha televisiva sobre o mesmo tema, é ainda mais brilhante. Demonstra como o país sofreu uma evolução na ordem dos 200% nos últimos 30 anos, o facto talvez da campanha parecer uma campanha de propaganda do actual Governo deve ser, com certeza, apenas impressão minha.
Se pensarmos bem, esta campanha é apenas um pequeno favor que o actual Governo está a fazer para promover os esquecidos (R)evolucinários de Abril. Reparem, que à quantos anos não tinhamos homens de barba rija a subir as escadotes para , com uma lata de tinta ou spray, fazerem notar a suas ideias em letras vermelhas garrafais?... Parece que estou a ver o Sr. Antunes:


« Maria??? Sobrou alguma lata de tinta vermelha daquelas que eu usei para escrever «O Povo está com o MFA» no muro dos Gouveia?? »


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sexta-feira, Abril 02, 2004
 
Um momento de poesia:



Hon, hon, hon...
Hon, hin, hon, hin, hon, hin...

Eu quero a minha conta bancária na Suiça
Para meter lá a minha linguiça
Eu quero a minha conta bancária na Suiça
Para meter lá a minha linguiça
Todo o ano!

Amo-te, és tão linda
Hon, hin, hon, hin, hon, hin, hon, hon, hin...
Amo-te, és tão linda
Hon, hin, hon, hin, hon, hin, hon, hon, hin...

Sinto-me tão bem quando te vejo
Os teus olhos merecem um beijo
Sinto-me tão bem
Quando vou para o Cacém
Sinto-me tão mal
Quando vou para o Funchal

Anda Maria, vamos para a praia
Vamo-nos amar como os peixinhos do mar
Como os peixinhos do mar, vamo-nos amar
Anda para a praia, Ana Maria...

Hon, hin, hon, hin, hon, hin...
Hon, hin, hon, hin, hon, hin...

Eu quero a minha conta bancária na Suiça
Para meter lá a minha linguiça
Eu quero a minha conta bancária na Suiça
Para meter lá a minha linguiça
Todo o ano!

Amo-te, és tão linda
Hon, hin, hon, hin, hon, hin, hon, hon, hin...
amo-te, és tão linda
Hon, hin, hon, hin, hon, hin, hon, hon, hin...

Sinto-me tão bem quando te vejo
Os teus olhos merecem um beijo
Sinto-me tão bem
Quando vou para o Cacém
Sinto-me tão mal
Quando vou para o Funchal

Hon Hin Hon; Ena Pá 2000

segunda-feira, Março 29, 2004
 
Ao Orafodas:

Orafodas, este post é dedicado a ti. Sei que há muito desejavas tal destaque. Sei que precisas de atenção. Por isso, dou-te o crédito que mereces. A ti e aos que nos lêm, deixo-te este pensamento:

«Se o «Ofensas Gratuitas» fosse uma entrevista desportiva, serias, então, o nosso Emplastro! Obrigado.»

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quinta-feira, Março 25, 2004
 
Apaixonados:
Nota Prévia: Este post vai, mesmo, ferir susceptibilidades... eu sei. Mas é para compensar algumas semanas de ausência...

Alguns pensamentos que me surgiram após o visionamento da referida película:
« O livro é melhor... »
« Foda-se... Estragaram-me o final... Já alguém me tinha dito não sei onde, que o gajo morria no fim!! »
« ...Estes gajos em Hollywood... Já nem arrajam desculpas decentes para fazer sequelas... Resuscitar????!!! Foda-se! »

...perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido...

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